Grupo Ria


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TIL

José de Alencar

Til trata-se do cotidiano numa fazenda do interior paulista do século XIX. Besita (mãe de Berta), moça pobre e bela, é objeto de desejo de Luis Galvão, jovem fazendeiro. Porém, Jão, um órfão que foi criado junto com Luis Galvão é verdadeiramente apaixonado pela moça. Mas influenciada por seu pai, Besita acaba casando-se com Ribeiro que logo após a noite de núpcias, parte em viagem para resolver problemas de herança da família. Durante o período em que Ribeiro se afasta, Luis Galvão procura Besita, que o recebe achando tratar-se de seu marido. Desse encontro nasce Berta, personagem central, também conhecida pelo apelido Til, ela é a típica heroína romântica de alma bondosa que se sacrifica em prol de todos. Depois de anos, Ribeiro retorna e, ao encontrar Besita sua esposa com uma filha, mata-a enforcada com as tranças de seu próprio cabelo. Jão chega e consegue ainda salvar a criança Berta, que passa a viver com nhá Tudinha e seu filho Miguel. Na adolescência Miguel se apaixona por Berta, mas essa consegue fazer com que ele se apaixone por Linda irmã de Afonso, ambos filhos de Luis Galvão e Dona Ermelinda. Para completar, Afonso se apaixona também por Berta. Jão, quando salva Berta na noite do crime, entrega um escapulário que pertencia a Besita para a menina e a protege, mas se torna capanga dos ricos da região, cometendo várias mortes e tornando-se o temido o Jão Fera. Quinze anos depois de assassinar sua esposa, Ribeiro, irreconhecível retorna a região apresentando-se como Barroso com o propósito de vingar-se de Luis Galvão, para isso contrata justamente Jão Fera. Mas por influencia de Berta, Jão Fera retarda a vingança, mas por outras mortes é preso em Campinas. Sabendo da ausência desse, Ribeiro planeja uma outra vingança: incendiar o canavial, a senzala e a casa grande com os comparsas Gonçalo Sussuarana e o negro Monjolo. Depois disso, Luis decide contar toda a verdade para sua esposa, D. Ermelinda. Em um primeiro momento ela se entristece, mas depois passa a apoiar o marido e decide que ele deve reconhecer Berta como filha. Dessa forma, os dois a procuram e contam tudo. Berta se emociona com a história mas decide que o pai dela de verdade é Jão que sempre cuidou dela. Zana, uma negra que vivia com Besita, depois de presenciar o assassinato enlouquece e passa a repetir os movimentos daquela noite por toda a sua vida. O sobrinho de Luis Galvão, Brás, que tem problemas mentais e rejeitado pela família é querido por Berta ele é o responsável pelo título da obra pois dá o apelido de TIL à Berta pela semelhança da sobrancelha com o sinal indicativo de nasalização (lembrando que til não é acento) pois Berta o ensina a rezar e decifrar as letras.
Ficha Técnica
Direção Geral: José Paulo Rosa
Direção: Zé Alberto Martins
Adaptação: Zé Alberto Martins e José Paulo Rosa
Cenário e Figurino: Thales Cristóvão
Produção: Thales Cristóvão e Flavia Servidone
Iluminação: Jose Paulo Rosa
Trilha: Zé Alberto Martins

Elenco:

Adriano Arbol: Brás
Agatha Estriga: Linda
Bruna Ximenes: Berta
Gustavo Cruz: Afonso/Gonçalo Sussuarana
Vinicius Ribeiro - Personagem: Monjolo / Chico Tinguá
Irielton Alves: Miguel
Marcio Santiago / Marcelo Masso: Luis Galvão
Margareth Batista: Zana
Mariana Moraes/ Paula Zanetti: Dona Ermelinda / Besita
Robson Rivera: Jão Fera
Thales Cristovão : Barroso/Ribeiro



Cenário e Figurino: Thales Cristóvão
Produção: Thales Cristóvão e Flavia Servidone
Iluminação: Jose Paulo Rosa




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