Grupo Ria


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Memórias Póstumas de Brás Cubas

Machado de Assis

Foi com Memórias Póstumas de Brás Cubas que Machado de Assis introduziu o Realismo no Brasil a partir de 1881. Machado de Assis já era no século XIX um escritor do século XX e se eternizou.

    O nosso autor sempre trabalhou com temas comuns e, com seu estilo entra no íntimo do ser e extrai os temas obscuros: a crueldade, o bem e o mal, a morte, a ingratidão, o adultério, o egoísmo e a vaidade. Ele trabalha as ações humanas com uma maestria única e inconfundível. Nessa obra, Brás Cubas narra suas memórias e inicia dizendo que o sepulcro é um outro berço. E mistura morte, vida, e sua idéia fixa para salvar a humanidade com seu emplasto.

    Na adaptação para o teatro, o diretor colocou em cena dois Brás Cubas, o morto e o vivo. A narrativa é dada pelo morto que acompanha o desenrolar de sua vida no espetáculo e, nesta condição, não deixa de emitir suas opiniões sobre a hipocrisia humana com a ironia característica de Machado de Assis.

Ficha Técnica
Direção e Adaptação: José Paulo Rosa

Elenco:

Andreza Rebucci / Alline Bello
Adriano Arbol
Agatha Estriga / Thais Gracia
Bruna Ximenes
Fernanda Cunácia
Karina Scott
Marcio Santiago
Marcelo Masso
Ronney Thiago
Zé Alberto Martins

Figurino:Thales Cristovão
Cenografia: José Paulo Rosa
Op. Luz:
Som: Mirabe





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